Sejamos quem queiramos ter por perto!

Olares Corações,

Na diáspora, o Natal sempre foi para mim a festa da amizade. Passei vários natais na casa de amigas.

Uma das coisas mais maravilhosas da migração são as amizades que talvez nunca teríamos oportunidade de ter, estando no Brasil. Seja por diferença geográfica, classe social etc.

Claro, faríamos outras e estaríamos com as antigas também.

Mas há aquelas pessoas que sentimos que tínhamos que tê-las conhecido, que são um presente nas nossas vidas.

Morando for a, há quem sinta falta de falar com conterrâneas, fazer amizade e trocar experiências. Eu sou uma delas.

Obviamente, o passaporte brasileiro nao é passaporte de amizade, senão um facilitador de encontros.

No mais, é deixar o tempo tecer os laços de amizade através das afinidades, admiração, carinho, investimento de tempo e atenção.
Antes de migrarmos, temos amizades consolidadas e isto nos dá a sensação de serem “as verdadeiras amizades”. Claro que são verdadeiras, mas não são as únicas verdadeiras.

No Brasil, tenho amigas e amigos para a vida toda.

Na diáspora, tive a honra, o prazer e a alegria de fazer outras amizades para a vida toda também.

Sentimos, quando encontramos uma pessoa que nos cativa o coração, independente de onde estejamos. As verdadeiras amizades estão em todo lugar.

Sejamos quem queiramos ter por perto!

Aproveito o ensejo para agradecer às minhas amigas e aos meus amigos do Brasil e fora dele, por existirem na minha vida!

Vocês são as flores que embelezam, diversificam, enriquecem o meu jardim!

Feliz Natal, Corações!

Muita saúde, alegria com suas escolhas e coragem de mudá-las, se assim lhes convier.

2017 beijinhos!

Danielli Cavalcanti

 

P.S.: Alguém pode estar pensando: ah! Mas há aquelas pessoas que não valem a pena. Sim, cada pessoa tem sua definição de limite e do que valha a pena. Há de tudo e mais um pouco no mundo.

Respeite seu coração, sua intuição, a energia irradiada, sei lá! Avalie as conversas trocadas e os fatos, e faça suas escolhas.

Temos idade e experiência suficiente para saber quem queremos nas nossas vidas.

Se dá gosto estar por perto, invista. Se dá desgosto, não insista.

Há sintonias diferentes, respeitemos cada pessoa, suas histórias e sigamos sem drama. Concentremo-nos em quem nos faz bem e ponto.

 

 

Foto: Evan Kirby

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