Em todas as estações

Que nossos escritos proclamem a liberdade

A esperança se espalhe para além das entrelinhas

Que a tinta da coragem não se acabe

E a luta por justiça social ultrapasse a escrivaninha

 

Que nossa boca normalize a generosidade

E pintemos mensagens de otimismo na janela

Que nossas mãos cultivem sementes de solidariedade

Que a luta por justiça social vença toda mazela

 

Que ninguém precise morar numa tapera

E nem necessite de caridade

Que Direitos Humanos seja obviedade

Que a justiça social não seja só uma quimera

 

 

Do Livro É sempre outono na migração

Publicado também pela Folha Poética, edição Especial Mulherio das Letras 2019

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