Que saudade de não sentir frio

Que saudade!

De água do mar morninha
Da brisa soprando à noitinha

De comer feijão com charque
Depois da praia ser parque

De pisar na areia molhada
Do por do sol na jangada

De dar estrela na areia
De debulhar milho na eira

De contemplar céu de estrela
De ser benzida por rezadeira

De tomar banho de rio
De ouvir passarinho no fio

De apreciar bordadeira
De subir num pé de mangueira

Que saudade de não sentir frio!

 

Texto: Danielli Cavalcanti
Foto: Rachel Paprocki
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