Sopa de Sapo para quem tem fome de letrinhas

Olá Corações literários,

Sapo Sapeka, orgulhosamente, apresenta o nosso livrinho Sopa de Sapo. Ele aborda o bilínguimo (Sapo Sapeka fala sapolês e Borboleta, borboletês), as amizades, a alimentação saudável e o impacto da discriminação nas relações interpessoais (e bichanas, vai)!

As ilustrações sao de Vitória Paes. O trabalho gráfico é de Iêda Alcantara.

A história é dividida em 6 capítulos: o sabor da procura, o sabor da acusação, o sabor da decepção, o sabor da escuta, o sabor da surpresa, o sabor da fome e o sabor das cores.

Há uma receita de sopa de sapo verde e outra de sapo amarelo.

Há também o poema da amiga do Sapeka, a Borboleta, ”Voando pelo mundo”.

Há ainda o texto ”Na dúvida, pergunte!” respondendo, finalmente, se há ou não sapo na sopa de sapo e o poema ”Português, tu és minha língua porto”.

Antes de ser publicado, o Sopa de Sapo foi resenhado por duas crianças através do Projeto O Periscópio. As resenhas podem ser lidas aqui:

Aqui você pode ler um pouquinho sobre como surgiu a ideia de escrevê-lo. Eu o apresentei no Dia da Língua Portuguesa, 5 de maio, numa aula de Português como Língua de Herança. Sobre esse dia emocionante leia aqui.

Abaixo a sinopse do Sopa de Sapo:

Froschi, o melhor amigo do sapo Sapeka, desaparece, evapora, escafede-se, toma chá de sumiço! Ninguém tem a menor ideia de onde ele esteja. Durante a procura, Sapeka passa por uma casa, onde estão tomando uma sopa verde. Ele tem uma forte suspeita de que seu amigo tenha virado sopa! Sapeka agora pensa que mundo sapístico corre perigo!

Eis que a aventura apetitosa foi posta à mesa. Será mesmo que seu amigo Froschi foi servido assim de bandeja?

Para as mamães leitoras, porque o incentivo à leitura vem também do exemplo, né?

Neste mês de maio, também lancei um livreto de poesias, o Quando eu outono, tu primaveras, em Linz e Viena, na Áustria. São poesias sobre o viver na migração.

Para ler um pouquinho sobre o livro, clique aqui.

Quem desejar adquirir o Sopa de Sapo e/ou o Quando eu outono, por gentileza, entre em contato comigo, pelo e-mail: jardimmigrante@hotmail.com ou pelo Facebook aqui.

Essas são publicações autônomas, feitas com a cara, a coragem, o coração e a cooperação de mulheres de vários lugares.

Obrigada a todas as pessoas que acreditaram e me deram a mão nesse projeto! ❤

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